Após invasão em prédio, Governo de RR reforça segurança no Iteraima

Adoção de medidas de segurança foram anunciadas nesta terça-feira (3).

Segurança no prédio do Iteraima será reforçada (Foto: Natacha Portal/ G1) Instituto foi arrombado no último final de semana, segundo a direção. Do G1 RR A segurança no prédio da Diretoria de Colonização e Assentamento do Instituto de Terras de Roraima (Iteraima), localizada na zona Norte de Boa Vista, terá a segurança reforçada após o arrombamento que ocorreu no final de semana. Segundo o Governo de Roraima, o prédio será vigiado 24 horas e câmeras de monitoramento deverão ser instaladas. Segundo a diretora-presidente do instituto, Flauene Santiago, quatro vigias aprovados em concurso público serão contratados e irão garantir a segurança do prédio 24 horas por dia. Ainda segundo o governo, o Iteraima solicitou apoio com ronda nas proximidades no local e interno da Polícia Militar. “Estamos levantando ainda a viabilidade de instalação de alarmes nas portas de acesso das diretorias”, adiantou a presidente. Flauene garantiu ainda que o instituto está colaborando com a Polícia, mas que ainda não há informações precisas para adiantar 'visto que o processo investigatório ainda está no início'. Arrombamento Ao chegarem na Diretoria de Colonização e Assentamento do instituto na última segunda-feira (2), funcionários do Iteraima observaram que o prédio havia sido arrombado. No local ficam guardados os processos fundiários do estado. Os bandidos remexeram às caixas dos processos e nos computadores do prédio. Para a diretora, a invasão está relacionada "ao processo de auditoria pelo qual todas as secretarias e autarquias estão passando, conforme determinação do governo do estado". Ao todo, mais de 10.400 mil processos estão em análise. Para ajudar na investigação, foram solicitadas as imagens do sistema de segurança de uma agência bancária próximo ao órgão e da Secretaria de Segurança Pública para esclarecer o dia exato em que ocorreu o crime. O caso ainda foi informado à Polícia Federal, pois entre os documentos há processos de glebas dependentes de certificação feita pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Não há prazo para a conclusão do inquérito.