Polícia libera torcedores após briga e abre inquérito para investigar danos

Torcedores de Ponte e São Paulo entraram em confronto em hipermercado.

Suspeitos detidos após confusão entre torcidas de São Paulo e Ponte Preta (Foto: Reprodução / EPTV) Suspeitos deixaram delegacia após termo; Caso será apurado pelo 5º DP. A Polícia Civil abriu inquérito, na manhã desta segunda-feira (2), para investigar possíveis crimes como danos e lesão corporal durante a briga entre torcedores de Ponte Preta e São Paulo dentro de um hipermercado, em Campinas (SP). O confronto no bairro Swift ocorreu na tarde de domingo (1º) e 38 suspeitos foram detidos e levados para o 1º Distrito Policial, na região central. Eles foram liberados após assinatura de um termo circunstanciado de ocorrência (TCO). De acordo com o setor de comunicação do Departamento de Polícia Judiciária do Interior (Deinter-2), o caso será apurado pelo 5º Distrito Policial. Ainda não está definido quando o delegado começará a ouvir os depoimentos. No confronto, foram apreendidas barras de ferro. Dois torcedores feridos durante a confusão foram socorridos ao Hospital Municipal Mário Gatti, onde receberam atendimento médico e liberados na sequência. O confronto Imagens gravadas por celulares mostram a briga entre os torcedores no supermercado que fica a dois quilômetros do Estádio Moisés Lucarelli. O jogo da Macaca contra a Portuguesa começou às 19h30, em Campinas, enquanto que o São Paulo encerrou a partida contra a Penapolense, na casada do adversário, às 18h. A hipótese de que a briga tenha sido combinada pelos integrantes não está descartada pela Polícia Militar. O vídeo mostra ponte-pretanos correndo em direção aos rivais com barras de ferro na área de alimentação do estabelecimento. Depois é possível ouvir barulho de vidros quebrados. O confronto terminou após a chegada dos policiais, que usaram balas de borracha. Segundo a corporação, as torcidas se encontraram do lado de fora do hipermercado e, depois, entraram na loja. Clientes ajudaram policiais a localizar torcedores escondidos no comércio. Do G1 Campinas e Região