Mulher tem perna amputada após acidente com máquina colheitadeira

Mulher teve a perna puxada, e infelizmente ocorreu a amputação.

Uma mulher de 48 anos, ficou gravemente ferida em um acidente de trabalho registrado na manhã desta terça-feira, (15/09), na zona rural de Dr.Camargo. Valdelice de Souza, teve parte da perna direita amputada.

Segundo informações, a vítima trabalhava na colheita do milho, quando algo enroscou em um dispositivo da colheitadeira. Usando a perna ela tentou retirar o que estava enroscado no implemento agrícola. Neste momento ela teve a perna puxada, e infelizmente ocorreu a amputação. Uma ambulância do Samu de Paiçandu, compareceu no local, mas por conta da gravidade do estado de saúde da vítima, o Aeromédico Samu foi acionado para auxiliar no atendimento e transportar a vítima até uma Unidade Hospitalar de Maringá. Ao ser estabilizada pelas equipes de socorro, a mulher foi encaminhada para o Hospital Santa Casa, onde passaria por um procedimento cirúrgico.

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Pela quarta vez em menos de uma semana, mais um ônibus é queimado por ordem de detentos na Grande BH

Segundo a PM, dupla deixou um bilhete com motorista alegando que ataque foi um protesto por melhor tratamento aos detentos na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem.

Mais um ônibus foi queimado na Região Metropolitano de Belo Horizonte. Foi o quarto veículo incendiado em menos de uma semana e, desta vez, o ataque ocorreu em Vespasiano.

O incêndio foi por volta das 23h desta segunda-feira (14) e as chamas tomaram conta rapidamente do ônibus da linha 5605, que liga o bairro Serra Dourada ao Terminal Morro Alto.

"O combate, a gente utilizou cerca de 2 mil litros de água, fizemos duas linhas ali, envolvemos o ônibus ali pra poder fazer o combate, mas ele já estava no período de queima dele, já estavam mais baixas as chamas, a rede elétrica já havia sido rompida, então não houve risco de eletrocução. O combate foi feito e as chamas foram debeladas", explicou o tenente do Corpo de Bombeiros Pedro Ivo.

Pela conversa do motorista com a Polícia Militar (PM), a forma como o coletivo foi incendiado foi muito parecida com os outros três casos. Dois bandidos entraram armados e renderam o motorista, que estava sozinho, depois, o motorista desceu do ônibus e o bando colocou fogo no veículo.

A energia foi desligada pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), mas depois foi religada. Segundo a PM, a dupla deixou um bilhete com o motorista, alegando que o ataque foi um protesto por um melhor tratamento aos detentos na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na Grande BH.

O primeiro incêndio a ônibus no mês foi registrado na quarta-feira (9), no bairro Jardim Vitória, em Belo Horizonte. O motorista da linha 5502 C afirmou à PM que os bandidos que incendiaram o ônibus falaram com ele que estavam cumprindo uma ordem dada por detentos da Nelson Hungria.

No mesmo bairro, na noite de sexta-feira (11), um segundo ônibus também foi alvo dos ataques. De acordo com a PM, o coletivo foi cercado por dois carros, com oito bandidos armados. Dois suspeitos mandaram todo mundo descer do ônibus, em seguida jogaram gasolina no veículo e atearam fogo. As chamas destruíram o veículo e se espalharam por parte de uma mata.

No sábado (12), um ônibus da linha 705 que liga o bairro Solimões à Estação São Gabriel, em BH, foi incendiado na altura do bairro Jardim Felicidade. O Corpo de Bombeiros informou que foi chamado, por volta das 23h, para combater o incêndio que ameaçava uma casa. Foram usados 4,5 mil litros de água no combate ao fogo, que não chegou a atingir a residência.

Por causa dessas ocorrências, as empresas de ônibus chegaram a suspender algumas linhas que passam pela Estação São Gabriel, alegando preservar a segurança dos passageiros, dos equipamentos e funcionários do transporte público.

Ninguém se feriu nos quatro ataques a ônibus. A polícia ainda procura os suspeitos e investiga se há uma relação entre os crimes.

Pela segunda noite consecutiva, os ônibus que operam na Estação São Gabriel encerraram horário de circulação mais cedo nesta segunda-feira (14). A medida foi tomada pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros (Setra), depois que três ônibus foram alvo de incêndios criminosos em cinco dias.

Comando Tático por Cidade Alerta