Kléber e Lúcio Flávio são apresentados como ‘salvadores da pátria’

O meia Lúcio Flávio e o atacante Kleber, o Gladiador, chegaram mudando a filosofia adotada no inicio da temporada

Divulgação/Coritiba Coxa aposta na experiência de Kléber (E) e Lúcio Flávio (D) para sair de fase ruim Do correspondente Luiz Felipe FagundesCuritiba (PR) O Coritiba apresentou oficialmente nesta terça-feira os ‘salvadores da pátria’ para tentar recuperar o time, que ocupa um lugar incômodo na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro 2015, e mostrar ao torcedor o poder de reação prometida, agora sob a direção do técnico Ney Franco e com reforços de peso. O meia Lúcio Flávio e o atacante Kleber, o Gladiador, chegaram mudando a filosofia adotada no inicio da temporada, de trazer jogadores mais jovens e com menor salário, em uma tentativa de salvar o ano. Identificado com o Paraná Clube, onde jogou 300 partidas, e com passagens por São Paulo, Botafogo, Santos e Vitória, Lúcio Flavio já esteve no Alto da Glória em 2002, quando disputou 25 jogos e marcou seis gols. “É uma satisfação voltar ao Coritiba, tive passagem rápida mas muito interessante. Espero novamente fazer um bom trabalho e ajudar o clube na Série A”, projetou. Treinando já há algum tempo com o grupo, o meia reencontrou um velho companheiro, o atacante Wellington Paulista, com quem teve uma parceria no Botafogo também em um momento difícil. “Conversei com o Wellington Paulista de que possamos ter aqui no Coritiba a mesma trajetória que alcançamos com o Botafogo. Saindo de uma posição difícil da tabela, chegando lá em cima”, contou. Já Kléber chega trazendo na bagagem suas passagens por Palmeiras, Cruzeiro, Grêmio, Vasco da Gama, e muita polêmica. Agora, ao objetivo é esquecer as últimas temporadas irregulares, marcadas por lesões e, mostrar que está em forma e, se tiver o nome publicado no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF - mesma pendência de Lúcio para estrear - pensar em até atuar no Atletiba de domingo. “A vontade é de estar ajudando, independentemente de jogar, mas não depende só da gente, tem toda uma situação que ainda precisa ser definida. O nível de competitividade do Brasileiro é grande e precisamos estar bem preparados para jogar”, afirmou o jogador que, no entanto, não quer forçar nenhuma situação se ficar definido que o melhor é esperar um pouco mais para estrear. “Não adianta pensar nesse jogo e ter problema para o restante. Temos que esperar a comissão e o contrato sair no BID”, concluiu.