Governo quer prorrogar auxílio emergencial e adiar reforma do Bolsa Família
Governo quer pagar auxílio emergencial a 5 milhões que tiveram benefício negado em 2020
Natália Portinari e Manoel Ventura
Influência no voto . Periferia da Zona Sul de São Paulo. Fila na Caixa da Av. M'Boi Mirim para resolver problemas com saques do auxilio emergencial, FGTS, seguro desemprego Foto: Edilson Dantas / Agência O Globo
Estratégia é defendida por assessores de Bolsonaro para aumentar popularidade do presidente. Auxílio teria mais quatro parcelas
BRASÍLIA e RIO - Pressionado pelo Congresso Nacional, o governo avalia a possibilidade de prorrogar o auxílio emergencial e adiar a reforma do Bolsa Família, inicialmente prevista para começar a valer em agosto.
Diante de uma possível terceira onda de Covid-19 e níveis de desemprego e pobreza em alta, auxiliares do presidente defendem o auxílio como uma forma mais eficaz de melhorar a popularidade de Jair Bolsonaro e agradar a parlamentares da base aliada.
Auxílio emergencial: Governo quer pagar auxílio emergencial a 5 milhões que tiveram benefício negado em 2020
No início de maio, pesquisa Datafolha mostrou que a aprovação ao presidente havia recuado seis pontos e chegado a 24%, pior marca de seu mandato. Para a base de Bolsonaro no Congresso, caso a situação econômica do país não reaja, o auxílio emergencial pode ser prorrogado por até mais quatro parcelas.
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