PF faz operação contra violação de voto e incitação ao homicídio

PF deflagra a operação, batizada de Olhos de Lince

[caption id="attachment_148796" align="alignleft" width="300"] PF deflagra a operação, batizada de Olhos de Lince[/caption] PF faz operação contra violação de voto e incitação ao homicídio A operação é resultado das atividades do Centro Integrado de Comando e Controle Eleitoral, da PF, com o objetivo de acompanhar as redes sociais Reuters POR FOLHAPRESS - POLÍTICA REDES SOCIAIS A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (24) nove ações simultâneas para coibir crimes de violação de sigilo do voto e incitação ao homicídio praticados nas redes sociais, relativos às eleições de 2018. Estão sendo cumpridos quatro mandados de busca e apreensão em São Paulo, Sorocaba, Uberlândia e Caxias do Sul. Investigados estão sendo intimados a depor em Juiz de Fora, Varginha, Recife e Caxias do Sul. A operação, batizada de Olhos de Lince, é resultado das atividades do Centro Integrado de Comando e Controle Eleitoral, da PF, com o objetivo de acompanhar as redes sociais para identificar e evitar possíveis crimes eleitorais e ameaças aos candidatos. Para a identificação dos investigados, segundo a PF, foram usadas técnicas de reconhecimento facial que, "por meio de critérios científicos, permitem a realização de análises e comparações das características faciais, tais como como cicatrizes, manchas e proporções, possibilitando a identificação de forma técnica e precisa dos suspeitos". Com informações da Folhapress. LEIA MAIS Bolsonaro diz que não acredita em 'virada de Haddad' 'Nós não precisamos de fake news contra o PT, apenas com verdades desmontamos a farsa da candidatura de Haddad' diz candidato do PSL POR ESTADAO CONTEUDO - POLÍTICA CAMPANHA O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) afirmou que não acredita em uma "virada" de Fernando Haddad (PT) na corrida pelo Planalto. "Mas não posso dar nenhuma canelada. Acho que não tem como virar esse jogo, mas temos que nos manter mobilizados até o final do segundo tempo", disse, em entrevista ao programa Conexão Repórter, do SBT, exibido na madrugada desta terça-feira, 23. Sobre a denúncia de apoio de empresários à sua campanha por meio de disparos de notícias contra o PT, ele disse que nunca participou de nenhum ato ilegal. "Nós não precisamos de fake news contra o PT, apenas com verdades desmontamos a farsa da candidatura de [Fernando] Haddad." O candidato disse que tem conversas avançadas com o tenente coronel da Aeronáutica Marcos Pontes para assumir um dos ministérios (provavelmente o da Ciência e Tecnologia), em caso de vitória na corrida pelo Planalto. "Ele é patriota, tem conhecimento e iniciativa. Esses pré-requisitos é o que nós queremos para os ministérios", afirmou. Bolsonaro ainda afirmou que pretende ligar para o juiz Sérgio Moro, após eventual vitória. "Sempre disse que gostaria de ter no STF ministros com o perfil dele. Nunca conversei com ele, se eu dissesse que vou convidar ele agora, não sei qual seria a resposta", afirmou, ao ser questionado se Moro poderia ser indicado ao Supremo Tribunal Federal (STF) ou ocupar o Ministério da Justiça. Ditadura Bolsonaro voltou a defender o ex-chefe do DOI-CODI Coronel Carlos Alberto Ustra. Apesar de dizer que "nada justifica a tortura", o candidato ao Planalto afirmou que Ustra, reconhecido como torturador, "prestou um grande serviço ao País, ninguém pode negar". Segundo ele, Ustra buscava desmobilizar grupos terroristas. "Do outro lado, estava José Dirceu, Dilma Rousseff." Bolsonaro ainda admitiu que havia "alguma" censura no período da ditadura militar, mas tentou justificá-la ao dizer que certas reportagens proibidas eram, na verdade, ordens "para terroristas tomarem alguma decisão". Com informações do Estadão Conteúdo.