Empresária desaparecida há três dias no Ceará foi vista pela última vez 'chorando muito', relata família

Empresária proprietária de uma loja de videogames está desaparecida

Empresária desaparecida há três dias no Ceará foi vista pela última vez 'chorando muito', relata família Naiara de Queiroz Lima, de 30 anos, sumiu desde segunda-feira (2); imagens das câmeras de segurança da loja dela a registraram pela última vez. Por Theyse Viana, G1 CE [caption id="attachment_156176" align="alignleft" width="300"] Naiara de Queiroz é proprietária de uma loja de videogames em Maracanaú, onde foi vista pela última vez. — Foto: Reprodução/ SSPDS[/caption] A Polícia Civil do Ceará (PCCE) investiga o desaparecimento da empresária Naiara de Queiroz Lima, 30, sumida desde a última segunda-feira (2). Ela é proprietária de uma loja de videogames no município de Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), onde foi vista pela última vez. A família busca possíveis motivações para o sumiço. De acordo Jefferson de Queiroz Lima, 28, irmão de Naiara, o último contato com ela foi feito pelo WhatsApp, às 13h05 de segunda-feira. "Ela respondeu que não estava em casa e não sabia que horas voltaria. Ela não faria isso, porque sabe que nossa mãe tem problema de nervosismo e depressão", afirma o irmão. A última imagem da empresária foi capturada pelo sistema de câmeras da loja dela, no Bairro Luzardo Viana, em Maracanaú. A família teve acesso ao estabelecimento após arrombar a grade, como relata Jefferson. "Nas imagens que vimos, ela tava sentada, olhava pro computador, pra um papel nas mãos e chorava bastante. Chorava muito". O veículo de Naiara foi visto pela última vez no início da tarde de segunda-feira (2), no cruzamento das avenidas Abolição e Desembargador Moreira, no Bairro Meireles, em Fortaleza. Em nota, a PCCE informou que o 28º Distrito Policial (DP) está à frente das investigações, com auxílio da 12ª Delegacia do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), especialista em casos de desaparecimentos, e da Delegacia Metropolitana de Maracanaú, onde a família registrou Boletim de Ocorrência. Denúncias A Polícia Civil ressalta que a população pode contribuir com as investigações repassando informações que possam auxiliar os trabalhos policiais. As denúncias podem ser feitas pelo número 181, o Disque-Denúncia da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS); para o ‪‪(85) 3101.2779, do 28º Distrito Policial (DP), ou ainda para o número ‪‪‪(85) ‪99111-7498, que é o WhatsApp do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), por onde podem ser feitas denúncias via mensagem. O sigilo e o anonimato são garantidos.