Ceará empata com o Bragantino fora de casa, e se mantem no G4

No próximo jogo, Ceará, recebe em casa, o Bahia

[caption id="attachment_128988" align="alignleft" width="300"]-05 ceara empata com o bragantino Atacante Bill teve participação direta no gol de empate (foto: Agência estado)[/caption] Na força bruta Em jogo brigado, Ceará empata fora de casa com o Bragantino, perde vice-liderança, mas se mantém bem no G4 por Vladimir Marques - Repórter Além de recuperar a vice-liderança da Série B, o Ceará almejava, nessa terça-feira, contra o Bragantino, fora de casa, aumentar a ‘gordura’ de pontos para o primeiro time fora do G4, que antes da rodada era de 3 pontos. Mas o empate em 1 a 1 em Bragança Paulista (SP), frustrou os objetivos do Vovô, que terminou a 13ª rodada na 3ª colocação com 24 pontos, e manteve os mesmos três de distância para o 5º colocado, agora o Náutico. O resultado manteve a invencibilidade de cinco jogos do alvinegro cearense, com três vitórias e dois empates. No sábado, 2, o Ceará recebe o Bahia, às 19h30, no Castelão. Já prevendo uma disputa mais física, perfil da equipe do Bragantino, o técnico do Ceará, Sérgio Soares, poupou o volante Richardson, desgastado fisicamente, e escalou Marino, atleta de mais imposição física. A alteração deixou o Vovô mais “pegador”, mas resultou em menor qualidade na saída de bola no meio campo, dificultando a criação de jogadas. Assim, ainda que iniciasse melhor que o time da casa, o Ceará não conseguiu criar jogadas de perigo e ainda saiu atrás no placar: aos 11 minutos, Claudinho cruzou na área, Gabriel Dias ganhou de Bill no alto e cabeceou para marcar o primeiro da equipe mandante: 1 a 0. Depois do placar inaugurado, o jogo ficou muito pegado, com disputas duras de bola e os jogadores se estranhando. Foi quando o meia Felipe passou a armar a equipe cearense com mais qualidade e o Vovô passou a dominar as ações. Em um desses ataques, aos 23 minutos, Wescley recebeu na esquerda e cruzou para Bill, que dividiu pelo alto com o zagueiro Renan Diniz, que fez contra e decretou a igualdade no placar. O gol tranquilizou o Ceará, que quase virou aos 30, em chute de Marino de longe que assustou o goleiro Felipe. Nos minutos finais do 1º tempo, o Vovô passou a tocar melhor a bola e valorizá-la, em busca de espaços, mas o time paulista se defendia bem na imposição física, segurando o resultado. Pressão Se na etapa inicial o Ceará foi melhor, no segundo tempo só deu Bragantino. Orientado por seu novo técnico, Marcelo Veiga, que estreava ontem, o Massa Bruta abandonou o “chuveirinho” e colocou a bola no chão. A tática surgiu efeito e o Braga passou a pressionar bastante o alvinegro cearense. Com muita dificuldade para criar jogadas, o Vovô não apresentou nada nos 45 minutos finais e só não saiu derrotado devido às grandes defesas do goleiro Èverson. O camisa 1 alvinegro, mais uma vez decisivo, defendeu dois chutes perigosos de Watson no início da etapa final e um de Alemão, já aos 40 do 2º tempo.