Aguirre explica reservas no Gauchão, e diretor do Inter aprova medida
Segundo o técnico Diego Aguirre, a hipótese de colocar titulares na partida deste domingo, diante do Veranópolis, sequer foi considerada
Alexandre Lops/Divulgação/Internacional Com a equipe reserva, o Inter tem feito uma boa campanha no Gauchão A utilização de reservas pelo Internacional na maior parte das partidas do Campeonato Gaúcho foi planejada com bastante antecedência. Segundo o técnico Diego Aguirre, a hipótese de colocar titulares na partida deste domingo, diante do Veranópolis, sequer foi considerada. A medida tem por objetivos poupar os titulares e valorizar os jovens, e é aprovada pela direção do clube. “Nunca considerei a possibilidade de colocar em campo hoje quem jogou no Equador”, explicou o técnico, neste domingo, fazendo referência ao empate da última quarta, contra o Emelec. “Faz parte do planejamento que temos. Marcamos isso há 20 dias, independente dos resultados, e estamos cumprindo. Vamos jogo a jogo, sempre tentando ganhar. Temos muitos jogadores, não apenas 11”, completou o uruguaio. O diretor de futebol Carlos Pellegrini respaldou o treinador: “realmente planejamos assim. Temos um plantel suficiente para trabalhar no Gauchão e fazer o que o Diego está fazendo, que é testar os jogadores”, disse o dirigente. “As críticas são naturais, mas estamos ganhando os jogos, no estadual e na Libertadores. O Inter está evoluindo”, defendeu Pellegrini. A polêmica teve início quando Aguirre chamou Taiberson para entrar no jogo e ouviu reclamações de torcedores colorados que foram ao Estádio Antônio David Farina neste domingo, na partida diante do Veranópolis, os quais queriam a entrada de Vitinho. Segundos depois de ingressar na partida, o garoto fez o gol da vitória por 1 a 0, o que motivou até uma discussão do zagueiro Paulão com os colorados que vaiaram o técnico por conta da troca. Aguirre explicou a não-utilização de Vitinho neste fim de semana: “ele tem jogado muitos jogos de titular ou como opção na Libertadores. Era uma opção de dar chance a outros jogadores. Não é uma questão de nomes, mas de rendimento. Tenho muita confiança no meu trabalho”, garantiu o treinador colorado. Do correspondente Vicente FonsecaPorto Alegre (RS)























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