Lotéricas deixam de receber contas de luz no Ceará em agosto
Lotéricas encerram contrato com a Caixa
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Lotéricas deixam de receber contas de luz no Ceará em agosto (Foto: Iryá Rodrigues/G1)[/caption]
Lotéricas deixam de receber contas de luz no Ceará em agosto
Enel, distribuidora de energia no Ceará, encerrou contrato com a Caixa Econômica.
Clientes da Enel, distribuidora de energia no Ceará, não poderão pagar a conta de luz em lotéricas a partir de 5 de agosto. A empresa informou nesta segunda-feira (2) que encerrou contrato de arrecadação da Caixa Econômica Federal com a Enel, devido ao reajuste de cerca de 40% proposto pela Caixa na tarifa cobrada para receber as faturas nas lotéricas.
"Como as taxas de arrecadação entram no cálculo das tarifas de energia, caso o contrato fosse renovado, o aumento no valor sugerido pela Caixa seria repassado para as tarifas na próxima revisão tarifária, com impacto na conta de luz para os consumidores da companhia", afirma Marcia Roque Vieira, diretora de Mercado da Enel.
A empresa afirma ainda que o pagamento da conta ainda poderá ser feito em 2.190 pontos como supermercados, farmácias ou grandes comércios, por exemplo.
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Cerca de 46% dos usuários do cheque especial recorrem ao limite todos os meses
Uso foi destinado, principalmente, a cobrir imprevistos com saúde e pagar dívidas
por Redação Diário do Nordeste
“Sem perceber, muitos entram no limite por achar que o recurso faz parte do seu saldo bancário. E no fim das contas, acabam pagando juros altos”, ressalta economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. ( Agência Brasil )
Assim como o cartão de crédito, o cheque especial é uma das modalidades de crédito mais populares entre os consumidores brasileiros. Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todo o país revela que 17% dos consumidores recorreram ao cheque especial nos últimos 12 meses ― sobretudo as classes A e B (29%) ―, sendo que quase a metade (46%) possui o hábito de entrar todos os meses e 20% a cada dois ou três meses. Por outro lado, 80% afirmam não ter usado o limite neste período.
Seu uso teve como principais finalidades cobrir imprevistos com doenças e medicamentos (34%), quitar dívidas em atraso (23%) e realizar manutenção de automóveis ou motos (18%). Outros 17%, entraram no cheque especial por descontrole no pagamento das contas. A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, alerta que o fato do serviço não exigir qualquer tipo de burocracia ou garantia acarreta no alto custo de uso. “Sem perceber, muitos entram no limite por achar que o recurso faz parte do seu saldo bancário. E no fim das contas, acabam pagando juros altos”, ressalta.
Prova disso é que quase a metade dos entrevistados (45%) reconhece não ter analisado as tarifas e os juros ao utilizar o cheque especial, seja por que não pensou nisso na hora (20%) ou porque precisava muito do recurso e acabou contratando independentemente dos custos (19%). Resultado: a maioria dos entrevistados (63%) afirma desconhecer as taxas e os juros cobrados pelo uso do limite, principalmente as classes C, D e E (72%). Em contrapartida, 48% disse ter avaliado os custos cobrados na hora de usar.
Por: diariodonordeste.verdesmares.com.br







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