Ex-mulher de empresário é encontrada morta no bairro Jacarecanga
O desaparecimento da gaúcha foi divulgado nas redes sociais. Ela foi encontrada na última quinta-feira, 16, mas estava como indigente na sede da Perícia Forense.
FOTOS: REPRODUÇÃO/ FACEBOOK Sílvia morava no Benfica com as duas filhas Jéssika Sisnandojessikasisnando@opovo.com.br O corpo foi reconhecido por familiares no dia seguinte A ex-mulher de um empresário do ramo de publicidade em outdoors foi encontrada morta na última quinta-feira, 16, no bairro Jacarecanga. O desaparecimento da gaúcha Sílvia Suzana Lopes Oliveira, 45, foi divulgado nas redes sociais. Ela estava como indigente até a última sexta-feira, 17, quando a família compareceu à sede da Perícia forense e reconheceu o corpo da vítima. De acordo com a diretora da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), delegada Socorro Portela, Sílvia morava no Benfica com as duas filhas de 16 e 18 anos. Ela teria saído de casa na noite do dia 15 sem avisar as jovens para onde ia. Por volta da 1 hora da madrugada do dia 16 foram ouvidos tiros na Rua Oto de Alencar, próximo à sede Corpo de Bombeiros Militar. Uma testemunha também teria ouvido uma voz feminina pedindo socorro. O corpo de Sílvia foi periciado e apresentava duas lesões à bala. O carro dela, um automóvel Celta, foi roubado. Ainda conforme a delegada, a rua onde a mulher foi encontrada não era utilizada por ela costumeiramente. Sílvia era uma mulher considerada ‘pacata’ e não frequentava festas na madrugada. Segundo a Polícia, neste horário dos disparos a vítima estava indo para casa. Velório Na última sexta-feira, 17, após o reconhecimento do corpo, a família velou e participou da cerimônia do sepultamento da vítima no cemitério Jardim do Éden, em Pacatuba (Região Metropolitana de Fortaleza). A Diretora da DHPP, além de colher as primeiras informações acerca do crime, também esteve no enterro. O ex-marido da vítima foi ouvido. Os dois haviam se separado há cinco anos e mantinham contato frequentemente. Sílvia nasceu no Rio Grande do Sul, mas morava em Fortaleza há pelo menos 18 anos, conforme informou a Polícia baseada nos relatos colhidos. Relacionamento As investigações preliminares apontam que a vítima teria um relacionamento com um vigilante, no entanto a delegada preferiu não entrar em detalhes acerca do suposto namoro, pois o crime está sob investigação sigilosa. A Polícia não descarta crime passional e nem o latrocínio (roubo seguido de morte), mas relata que o vigilante foi funcionário do ex-marido de Sílvia na empresa de outdoors.











Comentários