Anvisa dá 48h para aeroportos adotarem medidas sanitárias contra Covid determinadas pelos governos estaduais e municipais

A medida adotada pela Anvisa prima pela harmonização das medidas de restrição no contexto da crise sanitária

Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, em foto do dia 5 de março de 2021 — Foto: RENATO S. CERQUEIRA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Serviços considerados essenciais, como alimentação, farmácias e drogarias, e serviços de transporte podem continuar funcionando, mas evitando aglomeração e garantindo o distanciamento de pessoa a pessoa.

Por G1

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta quarta-feira (24) que todos os aeroportos do país adotem, em um prazo de 48 horas, medidas sanitárias restritivas contra a Covid-19 que sejam equivalentes às determinadas pelos governos estaduais e municipais.

Serviços considerados essenciais, como alimentação, farmácias e drogarias, e serviços de transporte (táxis, aplicativos de transporte de passageiros e de locação de veículos) podem continuar funcionando.

Nos locais de alimentação, contudo, a Anvisa reforçou a necessidade de que os estabelecimentos "observem com rigor: a disposição das mesas e cadeiras, a fim de que seja mantida distância segura entre as pessoas; procedimentos que evitem aglomeração".

"A medida adotada pela Anvisa prima pela harmonização das medidas de restrição no contexto da crise sanitária, respeitando, para tanto, as particularidades das ações locais voltadas ao enfrentamento da pandemia", diz outro trecho do informe.

A agência também determinou que tanto as administradoras, assim como operadoras aeroportuárias e demais autoridades (Vigiagro, Receita e Polícia Federal) que atuam nos aeroportos poderão acionar a unidade da Anvisa local, quando necessário.