Vigilância identifica 2 mil focos de dengue em cemitérios de Macapá
Maior registro de focos foi identificado no cemitério São José, no Buritizal.
Vasos concentraram maior parte dos criadouros do mosquito da dengue (Foto: John Pacheco/G1) Vigilância Ambiental encontrou água acumulada em vasos, pratos e baldes. John PachecoDo G1 AP Pelo menos dois mil focos do mosquito aedes aegypti, transmissor da dengue e da febre chikungunya, foram encontrados nos três cemitérios de Macapá, conforme monitoramento realizado pela Vigilância Ambiental. De acordo com o órgão, os focos estavam concentrados em objetos decorativos deixados nos túmulos, como vasos, pratos, baldes e embalagens plásticas, que acumulam água de forma rápida durante o período chuvoso. O número de criadouros foi considerado grande, constatou o diretor da Vigilância Ambiental do município, Josean Silva. Com o alerta, a partir de agora as fiscalizações nos locais serão feitas a cada 15 dias. A maior quantidade de focos foi encontrada no cemitério São José, localizado no bairro Buritizal, Zona Sul. "Até por ser o maior de Macapá ele concentra um grande número de visitantes que acabam se descuidando na hora de conservar a área onde o ente querido foi sepultado. Tudo deixado aqui pode acumular água, principalmente os vasos de plantas que devem ser furados para escoar a água ou enchidos de areia. É bom também evitar colocar vasos de cerâmica, porque são mais difíceis de serem furados", recomenda Silva.




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