Pela 7ª vez seguida, Copom mantém juro básico da economia estável em 6,50% ao ano

Na primeira reunião do governo Bolsonaro, taxa Selic continua no menor patamar da série histórica. Mercado financeiro não prevê aumento de juros neste ano.

Por Alexandro Martello, G1 — Brasília

BC tem como foco o cumprimento da meta de inflação (Imagem ilustração replica Pragmatismo Político)

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira (6) manter os juros básicos da economia estáveis em 6,50% ao ano.

Foi a sétima manutenção seguida da taxa Selic, que segue no menor patamar da série histórica, que começa em 1986.

A decisão confirmou a expectativa dos analistas do mercado financeiro, que nesta semana também deixaram de prever aumento da taxa no decorrer de 2019.

Essa deverá ser a última reunião do Copom comandada por Ilan Goldfajn. Ele deve ser substituído na presidência do Banco Central por Roberto Campos Neto, indicado pelo presidente Jair Bolsonaro. Para que Campos Neto assuma o cargo, é preciso que o nome dele seja aprovado pelo Senado.

Como a decisão é tomada

A definição da taxa de juros pelo BC tem como foco o cumprimento da meta de inflação, fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para 2019, a meta central de inflação é de 4,25% e, para 2020, de 4%.

Com intervalo de tolerância, a inflação pode ficar entre 2,75% a 5,75% neste ano sem que a meta seja descumprida e, entre 2,5% e 5,5% no ano que vem.

Quando as estimativas para a inflação estão em linha com as metas, o BC pode reduzir os juros; quando estão acima da trajetória esperada, a taxa Selic tende a ser elevada.

Nas últimas semanas, o mercado financeiro vem reduzindo sua estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Mercado (IPCA) de 2019. Na semana passada, a previsão ficou em 3,94%, pela primeira vez abaixo de 4% – abaixo também da meta central de 4,25%.

O que diz o BC

Após a reunião do Copom, o Banco Central informou que a decisão é compatível com a convergência da inflação para a condução da política monetária (definição dos juros para atingir as metas de inflação) em de 2019 e, “com peso menor e gradualmente crescente”, em 2020.

“O Copom reitera que a conjuntura econômica prescreve política monetária estimulativa, ou seja, com taxas de juros abaixo da taxa estrutural”, acrescentou.

O BC informou ainda que “cautela, serenidade e perseverança nas decisões de política monetária, inclusive diante de cenários voláteis, têm sido úteis na perseguição de seu objetivo precípuo de manter a trajetória da inflação em direção às metas”.

Por fim, a instituição projetou, com juros e câmbio projetados pelo mercado, que a inflação ficará em 3,9% para 2019 e 3,8% para 2020, ou seja, em linha com as metas de inflação predefinidas.

Ranking mundial de juros reais

Com a manutenção de juros promovida pelo Copom nesta quarta, o Brasil caiu de sexto para sétimo lugar no ranking mundial de juros reais (calculados com abatimento da inflação prevista para os próximos 12 meses), compilado pelo MoneYou e pela Infinity Asset Management.

Com os juros básicos em 6,5% ao ano, a taxa real do Brasil soma 2,38% ao ano, ficando atrás da Turquia (5,88% ao ano), Argentina (4,92% ao ano), México (4,22% ao ano), Rússia (3,88% ao ano), Indonésia (3,74% ao ano) e Índia (3,13% ao ano). Em 40 economias pesquisadas, os juros médios estão em 0,16% ao ano.

Rendimento da poupança

Com a manutenção dos juros nesta quarta-feira, o rendimento da poupança também permanecerá o mesmo. Pela regra atual, os rendimentos da poupança estão atrelados aos juros básicos sempre que a Selic estiver abaixo de 8,5% ao ano.

Nessa situação, a correção anual das cadernetas fica limitada a um percentual equivalente a 70% da Selic, mais a Taxa Referencial, calculada pelo BC. A norma vale apenas para depósitos feitos a partir de 4 de maio de 2012.

Como a taxa Selic permaneceu em 6,50% ao ano, a correção da poupança permanecerá sendo de 70% desse valor – o equivalente a 4,55% ao ano, mais Taxa Referencial.

Mas a queda de rendimento afeta também as aplicações conhecidas como prefixadas, ou seja, que têm por base a Selic.

Segundo cálculos da Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), a poupança continuará sendo uma “excelente opção de investimento, principalmente sobre os fundos cujas taxas de administração sejam superiores a 1% ao ano”.

Analistas avaliam que o Tesouro Direto, programa que permite a pessoas físicas comprar títulos públicos pela internet, via banco ou corretora, sem necessidade de aplicar em um fundo de investimentos, também pode ser uma boa opção para os investidores. O programa tem atraído o interesse de aplicadores nos últimos anos.

No ano passado, o ouro e dólar foram os melhores investimentos. A poupança ficou na décima colocação.

Autor: Silva Neto

Eu, José Gonçalves da Silva Neto – (Silva Neto), Naturalidade: Cedro-CE, filiação: Vicente Antônio da Silva e Severina Gonçalves da Conceição. Na década de 70, comerciário na Casa Ribeiro e Gilsons Magazine em Juazeiro do Norte, nesta mesma cidade fundador do Xv de Novembro Futebol Clube. Ex-diretor secretário da Liga Desportiva Juazeirense, na década de 70. Comerciário vendedor da antiga Cariri Rações em Juazeiro do Norte. Radialista autônomo, diretor e apresentador do Programa Alvorada Sertaneja - Rádio Cetama de Barbalha. Noticiarista diretor e apresentador do Jornal Cetama é Notícia - Rádio Cetama de Barbalha, membro da equipe esportiva da Rádio Cetama de Barbalha, membro do Programa Flagra pela Rádio Cetama de Barbalha conjuntamente com o radialista Maciel Silva (saudosa memória). Ex-diretor gerente da Rádio Comunitária Verdes Canaviais de Barbalha-CE. Diretor e apresentador do Jornal Verdes Canaviais. Diretor e apresentador do Programa Saúde em debate da Rádio Verdes Canaviais. Ex-diretor gerente da Rádio Aurora do Povo da cidade de Aurora-CE. Ex-secretário e presidente da Liga Desportiva Barbalhense (LDB). Ex-presidente da Associação dos Moradores do Bairro Alto da Alegria – Barbalha-CE. Por oito anos, funcionário recepcionista do Hospital Santo Antônio de Barbalha-CE. Funcionário Público Municipal da Assessoria de Imprensa da Administração do ex-prefeito de Barbalha, Francisco Rommel Feijó de Sá. Funcionário Público Municipal como assessor de imprensa da Prefeitura Municipal de Barbalha, gestão do ex-prefeito Antônio Inaldo de Sá Barreto, membro da assessoria de imprensa da Prefeitura Municipal de Barbalha, do ex-prefeito Edmundo de Sá Filho. Prestador de Serviços na divulgação das ações da Câmara Municipal de Barbalha desde o início dos anos 90. Correspondente do Jornal Tribuna Popular de Juazeiro do Norte. Correspondente do Jornal da Tarde da Rádio Padre Cícero em Juazeiro do Norte. Diretor, redator e apresentador do Jornal Alvorada Notícias FM 96,7, desde o dia 02 de janeiro de 2014. Membro da equipe esportiva Show de Bola da Rádio Barbalha FM. Sócio do Rotary Clube de Barbalha – Distrito 4490. Membro sócio do Círculo Operário de Barbalha. Fundador e diretor do site www.diariodocariri.com

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