Moradores do Sítio Correntinho reclamam de atendimento no Posto de Saúde

Populares daquela localidade esperam mudanças na atual gestão publica

Está sendo recorrente reclamação de moradores do Sítio Correntinho e localidades circunvizinhas daquela zona rural, sobre o atendimento médico naquela localidade que é muito populosa, dentre os populares reclamantes, dona Joelma, diz, “estou aqui para fazer esse apelo pela situação do atendimento realizado pela profissional de saúde do nosso posto”. 

Dona Joelma, fala ainda mais, “Não só eu como moradora me incomodo com essa situação, mas sim outras pessoas já relataram também, mas, ninguém teve a iniciativa de tomar alguma atitude ou reclamar, o atendimento é péssimo, a doutora nem se quer se dar o trabalho de examinar o paciente, sei que nessa pandemia é importante respeitar o distanciamento, mas, não há como haver uma consulta sem que sequer a doutora examine e veja o problema do paciente, além disso, é extremamente arrogante, e tudo pra ela aparenta ser normal e não a necessidade de exame” diz dona Joelma.

Ela acrescenta na sua reclamação: “É lamentável vermos isso, sem contar que a porta do consultório fica aberta, totalmente antiético, mais com essa nova gestão tenho esperança que isso possa mudar, e gente como cidadão possa ter uma saúde de qualidade e digna”. Conclui dona Joelma moradora do Sítio Correntinho. 

A senhora Edna Silva, que mora na comunidade, também reclama e diz: “Além do atendimento péssimo, não tem medicação para os pacientes que necessitam de medicamentos para pressão, diabetes e outros que é de extrema importância ter no PSF. Além disso, o atendimento é a cada 15 dias e só são 12 fichas, e a médica ainda não quer atender os pacientes. Fala que só vai atender emergência. Sendo que casos de emergência só se atende em hospitais por causa que tem todo equipamento adequado e nos PSFs não tem esse tipo de equipamento. Além do mais o PSF aqui do sítio está todo rachado, com goteiras e a água só tem cheiro e gosto de ferrugem, não serve para o consumo”, diz a senhora Edna Silva, que mora nas proximidades da caixa d’água.

Silva Neto