Agricultor é preso com 24 Kg de maconha enterrados
Osvaldo José Alves, 45 anos, conhecido popularmente pelo apelidado por Galego, foi preso em sua residência, no Corredor dos Alves, no Distrito de Estrela, zona rural de Barbalha, o motivo da prisão tráfico de droga, pois a menos de mil metros de sua casa ele estava com 12 kilos de maconha acondicionados em sacos plásticos e enterrados em covas distintas debaixo de um cajueiro. A prisão de Osvaldo se deu no período da manhã desta quinta-feira dia 14.
Em trabalho cauteloso e com paciência, a polícia já trabalhava a cerca de 20 dias monitorando o local, depois de tudo checado e concretizado, uma campana foi montada de ontem quarta-feira para hoje quinta-feira, terminando de forma positiva com a prisão de Osvaldo José Alves, e também a apreensão da droga.
De acordo com o Comandante do 2º Batalhão de Policia Militar (2º BPM), CEL-PM Wellington, o Serviço de Inteligência e policiais militares do Crato e de Juazeiro do Norte, trabalharam e obtiveram sucesso chegando ao individuo e também a droga que estava enterrada nas proximidades de sua casa.
Pela vasta experiência neste tipo de operação, a polícia acredita que Osvaldo, é hoje o homem responsável pelo transporte e guarda da droga naquela região rural de Barbalha. Depois da prisão do elemento e a apreensão da maconha, a polícia agora passa a trabalhar na busca de saber que são os donos da droga, ainda se ventila que a maconha tinha como destino o vizinho Estado de Pernambuco, esse e outros pontos a serem desvendados estão sob os cuidados da equipe policial.
Em capítulos anteriores da vida do elemento, Osvaldo José Alves, passou nove (9) meses na prisão, respondendo por crime de violência domestica, quando em março do ano 2011, ele foi denunciado por crime de violência doméstica, maltratando os próprios pais, José Antônio Alves, 81 anos, o seu genitor, e a mãe senhora Alice Maria Alves, 86 anos.
Do casal de idosos, Osvaldo, subtraia quase que totalmente o dinheiro da aposentadoria dos pais, e os deixava em situação de miséria, a ponto de a fome ser minimizada quando os vizinhos levavam comidas para dona Alice e seu José. Na época, o Delegado de Polícia Civil, Marcos Antônio, determinou que o direito de procuração em representação do casal fosse passado para outra pessoa.
Silva Neto com informações policiais
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