Vereador pede ao MP fiscalizar demissões de funcionários no Caldas

Direitos trabalhistas não estão sendo pagos, diz o vereador

DSC06915Vereador João Ilânio Sampaio pede fiscalização ao Ministério Público para apurar denúncias de que os funcionários demitidos pela atual direção do Balneário do Caldas, não estão recebendo seus direitos trabalhistas. Requerimento 323/2017, o vereador, João Ilânio Sampaio, requereu da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras, os serviços de roço do matagal em um terreno baldio situado a Rua Adão Apolinário, por trás da residência da senhora, Elza Garcia, ali o mato está muito alto servindo para proliferação de ratazana, escorpiões, cobras e outros animais peçonhentos já vistos naquela área, bem como também está servindo para esconderijo de determinados elementos de condutas maléficas contra a sociedade. Requerimento 324/2017, o vereador, endereça ofício ao Ministério Público, solicitando um fiscalização no processo de demissão de (16) dezesseis funcionários do Balneário do Caldas, em Barbalha, isso na atual gestão pública municipal, e que as informações recebidas dão conta a empresa até o presente momento não tem pagos os direitos trabalhistas as pessoas demitidas no Balneário do Caldas. Requerimento 325/2017, o vereador, Ilânio Sampaio, pede a Mesa Diretora da Casa do Povo, enviar ofício ao Ministério Público, requerendo ao citado órgão que seja feita uma fiscalização no Balneário do Caldas, para levantar as razões da retirada do relógio de ponto eletrônico daquele estabelecimento, pois, após a retirada do equipamento, os funcionários passaram a assinar em livros de ponto suas entradas e saídas do trabalho no Balneário. O vereador, Ilânio Sampaio, disse em plenário do legislativo barbalhense, que isso é inadmissível, na era da tecnologia, o Balneário do Caldas retroagir no tempo desinstalando um relógio de ponto eletrônico o substituindo por livro de ponto. O vereador, questiona, qual é o objetivo disso na gestão do Balneário do Caldas? Silva Neto