Terceiro maior açude do Ceará recebe aporte de 6 milhões de m³ de água neste domingo

Açude de Banabuiú recebeu um aporte de 74 centímetros de água

[caption id="attachment_144506" align="alignleft" width="300"] O Açude de Banabuiú apresenta o pior nível hídrico da sua história, com menos de 0,5% do seu volume[/caption] Terceiro maior açude do Ceará recebe aporte de 6 milhões de m³ de água neste domingo por Editor O terceiro maior açude do Ceará, denominado Arrojado Lisboa, situado em Banabuiú, voltou a receber um volume considerado de água. A constatação foi feita neste domingo (8) pelo chefe do escritório do Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (Dnocs) neste Município do Centro do Estado, Ariston Queiroz. Entusiasmado, ele divulgou nas redes sociais: O açude de Banabuiú recebeu um aporte de 74 centímetros de água. A referência é feita aos 8 milhões de m³ captados com as chuvas deste fim de semana. A informação é animadora, considerando que no dia 23 de março passado o Arrojado Lisboa atingiu o seu nível histórico mais crítico, chegando a apenas 0,42% do seu volume desde o início do monitoramento, realizado pela Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), em 2004. O Arrojado Lisboa, construído pelo Dnocs, teve suas obras iniciadas em 1952 e concluídas em 1966. O açude tem capacidade para 1,6 bilhões de m³. Sua finalidade é a irrigação das terras do Baixo Jaguaribe, onde se destaca o Projeto de Irrigação Morada Nova, com cerca de 10 mil hectares irrigáveis; o controle das cheias do rio Banabuiú; a piscicultura e aproveitamento das áreas de montante. MAIS AÇUDES SANGRANDO Até agora, em 2018, sete açudes sangraram: o primeiro foi o Caldeirões, em Saboeiro. Depois, o Açude Cocó, que já parou de sangrar, e o Germinal, em Palmácia. Em seguida, o Tijuquinha, de Baturité. Itaúna, em Granja, foi o quinto. Completando a lista, o Colina, em Quiterianópolis, e a Barragem Batalhão, em Crateús. Foram registrados aportes em 63 açudes, com destaque para os açudes Angicos, Aracoiaba, Arneiroz II, Ayres de Sousa, Castanhão, Cedro, Figueiredo, Frios, Jaburu I e Orós. Este aporte permitiu que o açude Sucesso deixasse o volume morto. blogs.diariodonordeste.com.br

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