Gaeco cumpriu mandados de prisão e de busca e apreensão em MT (Foto: Reprodução/TVCA) Do G1 MT Quinze pessoas foram presas nesta segunda-feira (14) pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público Estadual, acusadas de integrarem uma organização criminosa envolvida no roubo de uma aeronave em Cotriguaçu (a 920 km de Cuiabá), em março deste ano. O bando também é acusado de outros crimes de roubo, tráfico de drogas e homicídios praticados em Mato Grosso. Segundo o Gaeco, quatro pessoas estão foragidas. As prisões foram efetuadas pelo Gaecodurante a Operação “Chacal”, deflagrada na manhã desta segunda-feira em Cuiabá e em várias cidades do interior do Estado. Os 19 mandados foram expedidos pela Vara Especializada do Crime Organizado na Capital. Além dos pedidos de prisão, há também 21 mandados de busca e apreensão sendo cumpridos pelos agentes do Gaeco. Conforme o Gaeco, durante as investigações, interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça e as diligências investigativas comprovaram que as pessoas presas durante a operação foram as responsáveis pelo roubo da aeronave no interior do estado e que provavelmente utilizariam o avião para incrementar o tráfico de drogas. Na ocasião, piloto e copiloto foram contratados para transportar um suposto doente de um hospital de Cotriguaçu para a cidade de Alta Floresta, a 800 km de Cuiabá. Ao aterrissarem na pista de pouso local, a dupla foi rendida por homens armados que já aguardavam na pista. As vítimas foram amarradas, colocadas em um veículo e levadas para uma região de mata, onde permaneceram por aproximadamente duas horas, até que conseguiram se soltar e buscar ajuda. Ainda segundo o Gaeco, o bando também é responsável pela receptação de máquinas agrícolas e carretas apreendidas pela Polícia Civil em março deste ano na Capital e avaliadas em aproximadamente um milhão de reais. O grupo também seria responsável por um homicídio consumado e uma tentativa de assassinato registrados na noite de 24 de fevereiro deste ano na rodovia MT-208, em Alta Floresta. A quadrilha também é acusada de crimes de falsificação de documentos e adulteração de sinais identificados de veículos automotores.