Candidatos fizeram fila para tentar vaga em Feira de Emprego em Santa Bárbara d’Oeste — Foto: Amanda Sabino/Divulgação

1 em cada 4 desempregados procura trabalho há 2 anos ou mais, aponta IBGE

Número de brasileiros nesta condição bateu novo recorde histórico, chegando a 3,2 milhões; 13 estados e o DF têm desemprego acima da média do país.

Por Daniel Silveira e Darlan Alvarenga, G1 — Rio de Janeiro e São Paulo

Dados divulgados nesta quarta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que 1 em cada 4 desempregados brasileiros procura emprego há mais de 2 anos.

Dentre os 12,5 milhões de desempregados no país no 3º trimestre de 2018, 3,197 milhões estavam nesta condição há 2 anos ou mais. Este número bateu novo recorde histórico e corresponde a 25,6% do total de desempregados do país e um acréscimo de 350 mil pessoas em 1 ano. No 2º trimestre, eram 3,162 milhões, ou 24% do total.

Os números do IBGE mostram que também aumentou o número de brasileiros que procuram emprego há menos de um mês, ao passo que caiu o daqueles que buscam uma vaga há mais de 1 mês e há menos de 2 anos.

Ao todo, 5 milhões de pessoas (40,4% do total) estão procurando emprego há mais de 1 ano. Veja gráfico abaixo:

Desempregados por tempo de procura por trabalho

Na comparação com 2014, quando o Brasil vivia ainda o pleno emprego, aumentou em 175% o número de desempregados que procuravam trabalho há mais de 2 anos. “Esse número vem aumentando em função da falta de oportunidade”, apontou o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar.

“Esse número não está maior por causa do desalento, ou seja, daqueles que estavam há tanto tempo procurando emprego que já desistiram de procurar. É uma situação grave”, avaliou Azeredo.

O número de pessoas desalentadas (que desistiram de procurar emprego) ficou estável em relação ao trimestre anterior, atingindo 4,78 milhões de pessoas. Os estados com o maior número de desalentados são Bahia (794 mil pessoas) e Maranhão (523 mil).

Número de desempregados procurando emprego há mais de 2 anos bate recorde, diz IBGE

Desemprego é maior entre mulheres, negros e jovens

No Brasil, a taxa de desemprego no Brasil caiu para 11,9% no trimestre encerrado em setembro, atingindo 12,5 milhões de brasileiros.

Os números do IBGE mostram que a taxa de desemprego é maior entre mulheres (13,6%), pretos (14,6%) e pardos (13,8%), jovens com até 17 anos (40%) e entre trabalhadores sem ensino superior. No 3º trimestre, 46,5% desocupados no Brasil não tinham completado o Ensino Médio.

Evolução da taxa de desemprego

13 estados e o DF têm desemprego acima da média do país

Em 21 das 27 unidades da federação, a taxa de desemprego permaneceu estável em relação ao segundo trimestre, segundo o IBGE.

O único estado que registrou alta foi Roraima, onde a taxa passou de 11,2% para 13,5%, ou 5 mil pessoas a mais. “Foi um aumento expressivo, mas a gente não pode apontar que é em função do processo migratório… Não temos a informação se esse desocupado em Roraima é migrante ou não”, disse o coordenador da pesquisa Cimar Azeredo.

Dezoito estados e o DF ainda apresentam taxas de dois dígitos, e em 14 unidades da federação a taxa superior à da média nacional (11,9%).

As maiores taxas de desocupação estão no Amapá (18,3%), Sergipe (17,5%) e Alagoas (17,1%). As menores em Santa Catarina (6,2%), Mato Grosso (6,7%) e Mato Grosso do Sul (7,2%).

A taxa de desemprego do Estado de São Paulo, maior economia do país, recuou de 13,6% no 2º trimestre para 13,1% no 3º trimestre.

Taxa de desemprego por estado:

Santa Catarina: 6,2%

Mato Grosso: 6,7%

Mato Grosso do Sul: 7,2%

Rio Grande do Sul: 8,2%

Rondônia: 8,6%

Paraná: 8,6%

Goiás: 8,9%

Minas Gerais:9,7%

Tocantins: 9,8%

Ceará: 10,6%

Paraíba: 10,7%

Pará: 10,9%

Espirito Santo: 11,2%

Brasil: 11,9%

Piauí: 12,3%

Distrito Federal: 12,6%

Rio Grande do Norte: 12,8%

Acre: 13,1%

Amazonas: 13,1%

São Paulo: 13,1%

Roraima: 13,5%

Maranhão: 13,7%

Rio de Janeiro: 14,6%

Bahia: 16,2%

Pernambuco: 16,7%

Alagoas: 17,1%

Sergipe: 17,5%

Amapá: 18,3%

Roraima é o único estado que registra aumento do desemprego, aponta IBGE

Na análise por região, o Nordeste apresenta as maiores taxas de desemprego (14,4%). A Região Sul teve a menor taxa (7,9%). Já as regiões Sudeste ee Centro-Oeste registraram taxas de 12,5% e 9,5%, respectivamente.

Trabalho com carteira e informal

No 3º trimestre de 2018, 74,1% dos empregados no setor privado tinham carteira de trabalho assinada, contra 75,3% no 3º trimestre de 2017. Os estdos com os maiores percentuais foram Santa Catarina (88,4%), Rio Grande do Sul (82,8%) e São Paulo (81,1%), e as menores ficaram com Maranhão (51,1%), Piauí (54,1%) e Paraíba (54,9%).

Já p trabalho sem carteira assinada cresceu 4,7% em relação ao trimestre anterior. Frente ao 3º trimestre de 2017, esse aumento foi de 5,5% (601 mil pessoas a mais). As maiores proporções de trabalho foram observadas no Maranhão (48,9%), Piauí (45,9%) e Paraíba (45,1%), e as menores foram em Santa Catarina (11,6%), Rio Grande do Sul (17,2%) e (18,9%).

Quem tem carteira assinada ganha 60% mais

No 3º trimestre de 2018, o rendimento médio dos trabalhadores foi estimado em R$ 2.222, o que segundo o IBGE representa uma estabilidade tanto em relação ao trimestre imediatamente anterior (R$ 2.229) como em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (R$ 2.208).

O maior rendimento médio foi registrado no Distrito Federal (R$ 3.902), e o menor no Maranhão (R$ 1.322).

Segundo o IBGE, o rendimento médio de quem tem carteira assinada foi de R$ 2.134, valor 60% maior do que o dos trabalhadores sem carteira (R$ 1.328).

Autor: Silva Neto

Eu, José Gonçalves da Silva Neto – (Silva Neto), Naturalidade: Cedro-CE, filiação: Vicente Antônio da Silva e Severina Gonçalves da Conceição. Na década de 70, comerciário na Casa Ribeiro e Gilsons Magazine em Juazeiro do Norte, nesta mesma cidade fundador do Xv de Novembro Futebol Clube. Ex-diretor secretário da Liga Desportiva Juazeirense, na década de 70. Comerciário vendedor da antiga Cariri Rações em Juazeiro do Norte. Radialista autônomo, diretor e apresentador do Programa Alvorada Sertaneja - Rádio Cetama de Barbalha. Noticiarista diretor e apresentador do Jornal Cetama é Notícia - Rádio Cetama de Barbalha, membro da equipe esportiva da Rádio Cetama de Barbalha, membro do Programa Flagra pela Rádio Cetama de Barbalha conjuntamente com o radialista Maciel Silva (saudosa memória). Ex-diretor gerente da Rádio Comunitária Verdes Canaviais de Barbalha-CE. Diretor e apresentador do Jornal Verdes Canaviais. Diretor e apresentador do Programa Saúde em debate da Rádio Verdes Canaviais. Ex-diretor gerente da Rádio Aurora do Povo da cidade de Aurora-CE. Ex-secretário e presidente da Liga Desportiva Barbalhense (LDB). Ex-presidente da Associação dos Moradores do Bairro Alto da Alegria – Barbalha-CE. Por oito anos, funcionário recepcionista do Hospital Santo Antônio de Barbalha-CE. Funcionário Público Municipal da Assessoria de Imprensa da Administração do ex-prefeito de Barbalha, Francisco Rommel Feijó de Sá. Funcionário Público Municipal como assessor de imprensa da Prefeitura Municipal de Barbalha, gestão do ex-prefeito Antônio Inaldo de Sá Barreto, membro da assessoria de imprensa da Prefeitura Municipal de Barbalha, do ex-prefeito Edmundo de Sá Filho. Prestador de Serviços na divulgação das ações da Câmara Municipal de Barbalha desde o início dos anos 90. Correspondente do Jornal Tribuna Popular de Juazeiro do Norte. Correspondente do Jornal da Tarde da Rádio Padre Cícero em Juazeiro do Norte. Diretor, redator e apresentador do Jornal Alvorada Notícias FM 96,7, desde o dia 02 de janeiro de 2014. Membro da equipe esportiva Show de Bola da Rádio Barbalha FM. Sócio do Rotary Clube de Barbalha – Distrito 4490. Membro sócio do Círculo Operário de Barbalha. Fundador e diretor do site www.diariodocariri.com

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